Presidente da associação não apoia comércio chinês em Feira de Santana

Uma grande quantidade de chineses está trabalhando no comércio de Feira de Santana, principalmente no Feiraguay. Nelson Dias, presidente da associação dos vendedores ambulantes de Feira de Santana, informou ao Acorda Cidade que a associação não dá apoio a pessoas que são de outros países, a comercializar seus produtos na cidade de Feira de Santana, já que, segundo ele, esses comerciantes têm mais facilidade em comprar produtos importados e com isso trabalham com preços abaixo do mercado. “A china para eles é ali. Nem todo brasileiro tem a oportunidade de trazer esses produtos da China”, afirmou.

Segundo Nelson, o estatuto dos vendedores ambulantes não define normas com relação a quem pode trabalhar no comércio de Feira ou não. Ele defendeu que se houvesse uma lei seria mais fácil ter controle. “Os chineses são muito espertos e conseguem alugar pontos através de outras pessoas, sem precisar passar pela associação”, disse.





Ele afirmou, também, que quando os chineses chegam na associação, eles já vão com o ponto alugado e por isso a instituição tem que fazer o cadastro. Ainda de acordo com Nelson, os chineses não estão apenas no Feiraguay, mas também em pontos da cidade. “Eles são espertos e pesquisam os produtos que são carentes na cidade e depois chegam aos locais para vender. Eles já estão na rua Sales Barbosa, na Marechal Deodoro e na Conselheiro Franco”, informou.

Apreensão de mercadorias

No dia 25 de outubro do ano passado a coordenadoria regional de Feira de Santana realizou uma das maiores apreensões de mercadorias contrabandeadas do Estado da Bahia. Os responsáveis pelas mercadorias eram os chineses Chen Gongzho, 33 anos, e Zhu Zim, 30 anos, que foram conduzidos ao Complexo Policial Investigador Bandeira, cinco dias após a apreensão.

Chou Owencheg foi preso por corrupção. Ele tentou subornar o promotor da Procuradoria Regional Especializada em Combate ao Crime Econômico e Sonegação  Fiscal, Everardo Yunes, e o coordenador Regional de Polícia, Delegado Ricardo Brito, para facilitar a liberação das mercadorias e sonegação de impostos. E o outro foi detido porque estava no país de forma ilegal e foi encaminhado à Polícia Federal, em Salvador.

Fonte: Acorda Cidade





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